sábado, 25 de junho de 2016

O Melhor da MPB - Manhã de Carnaval - Luiz Bonfá e Elizete Cardoso

Perry Como and Luiz Bonfa - Manha de Carnaval

domingo, 19 de junho de 2016

O Mundo Precisa de Mudanças

A CIVILIZAÇÃO EM TRANSIÇÃO
O nosso tempo é o tempo da aparência. Ninguém está preocupado com a essência das pessoas ou das coisas. Veja as propagandas: só há sorrisos, olhares, corpos “sarados”, carros, lanchas e aviões. Com raras exceções, a grande maioria delas não fala sobre relacionamentos ou vida interior. Veja as redes sociais: o que faz sucesso? Viagens, pessoas assentadas ao redor de uma mesa com muita comida, sorrisos, olhares, vitórias em qualquer coisa, etc. Como o grupo terrorista “Estado Islâmico” consegue aliciar jovens europeus para lutar suas guerras insanas? Através da aparência. Diferente de nosso mundo atual, Jesus em Lucas 11.33-36 nos fala do brilho de uma pessoa que provém do seu interior.
Jesus diz no v. 33: “ninguém acende uma candeia (lampião) e a coloca em lugar onde fique escondida ou debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca-a no lugar apropriado, para que os que entram possam ver a luz”. A candeia ou lampião (pense num tempo em que não existia energia elétrica) tem a utilidade prática de iluminar durante a noite. Não vale a pena colocá-la em um lugar que não será usado. Só será útil em um lugar de trânsito das pessoas para que enxerguem bem por onde estão andando. A comparação de Jesus é com a vida das pessoas, com a sua vida. Deve existir em você, provinda do seu interior, uma luz que ilumine as outras pessoas através de suas palavras, seus gestos, suas atitudes, suas decisões, seus sentimentos e sua boa índole em ajudar. Que brote luz de dentro de você e que ela seja colocada à disposição dos outros para abençoá-los.
Depois de falar da utilidade da candeia ou lampião, Jesus agora se volta para você, que é uma candeia nos v. 34,35: “os olhos são a candeia do corpo. Quando os seus olhos forem bons, igualmente todo o seu corpo estará cheio de luz. Mas quando forem maus, igualmente o seu corpo estará cheio de trevas. Portanto, cuidado para que a luz que está em seu interior não sejam trevas”. Os seus olhos são a luz que vão iluminar e definir o seu interior. Quando você se depara com o que vê na sua realidade e a recebe simples, de forma sincera e pura, então você será uma pessoa luminosa. Isto significa, entre outras coisas, enxergar a vida sem uma ideologia a servir de filtro, sem maldade e sem malícia. Enxergar bem a realidade com os olhos é vê-la sob a influência do ensino de Jesus Cristo e da Bíblia: a vida é boa, com muitíssimas marcas da graça de Deus para nosso prazer, mas o mal e o pecado transtornaram a humanidade. Sabendo disto, compete a você enxergar a vida com bondade, esperança, graça e sabedoria. Por outro lado, quando seu olho é mau, ou seja, você enxerga a vida com maldade, todo o seu ser será de escuridão. Neste caso, teremos uma pessoa egoísta, pessimista e que se alegra com o insucesso moral dos outros. Portanto, Jesus nos dá uma solene advertência: cuidado com o tipo de luz que seu olhar joga dentro de você! Se for uma luz má, seu ser inteiro será ruim e vai prejudicar a vida das pessoas ao seu redor. No fim das contas, sua vida será triste, lúgubre e sem graça. Em Cristo achamos o homem mordomo, mas um homem moderno que aborda temas polêmicos sobre o papel individual na sociedade e na igreja, desde a família principalmente a mulher diante das condições humilhantes que reina no nosso tempo sobre a família, que coloca a mulher como submissa em forma de nazismo, homens sem caráteres que embando curram e estupram em coletivo como se fosse animais selvagens ou uma luta de como fosse às mulheres inimigas mortal do homem.
Como uma consequência da civilização nazista, querem ameaçar ate com os mitos de discos voadores em forma de bombas que destroem como armas nucleares, invasões de casas, metrôs, e áreas que são restritas ao lazer são ameaçadas pelos terroristas em ameaças a humanidade.
Vimos que tudo depende da virtude do individuo em nossa era, mas eles os políticos no mundo tem uma visão míope, eles pensam apenas em termos, números elevados e poderes financeiros, tenhamos visto nos últimos tempos os escândalos que assola o país.
As grandes organizações não protegem a pobreza, o ódio, que crescem a cada dia, esta desumanização que assistimos todos os dias pelas redes sociais e a imprensa mundial mostra que estamos num caminho indireto para erradicação do terrorismo e que exige mais atenção e trabalho contra o Califado e Talibã como o ódio aos “Cristãos” sobre o Estado Islâmico.

Não podemos perder de vista esses desafiadores fundamentalistas, nem devemos confundir as coisas, os meios estão confundidos com os fins, poderemos cair  na ilusão americana que já se pronunciaram pela 14ª vez o combate as ações terroristas, que não basta mais combater a rede do terrorismo, existem muitos terrorismos que aflige e mata muitos seres humanos no mundo pela fome, desanimo, e tristeza a falta de confiança naqueles a quem devíamos acreditar. 

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Referência: Jo 3:12 ""Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?" (Jo 3:1-12) Irmãos vamos acabar com este cisma, faça como a criança que o pai diz pula e ele desconhece o abismos porque confia em seu Salvador Jesus. "

quinta-feira, 31 de março de 2016

2 Cronica 31:1

Guerra Religiosa Judá e Israel


Guerra religiosa-Lembram da malvada Jezabel?

Bíblia-"E acabando tudo isto, todos os israelitas que ali se achavam saíram às cidades  tomaram de Judá e quebraram as estatuas, cortaram os bosques, e derrubaram os altos  e altares por toda Judá e Benjamim, como também em Efraim e Manassés, ate´que tudo destruíram; então tomaram  todos os filhos de Israel, cada um para sua possessão, para as cidades deles". (2 Cr 31:1).

Nem mesmo assim desaparecera inteiramente a família de Jezabel. Em Judá continuara regendo a sua filha Atalia, "Ouvindo, pois, Atália a voz do povo que concorria e louvava o rei, veio ao povo, à casa do Senhor" (2 Cr.23:12) que era, de fato, uma fera, depois da morte de seu marido fora o filho que sucedera no trono e que também se chamava Ocasias, ela mandou que fossem exterminados todos  os descendente da casa de Davi, apos isto nomeou-se Rainha de Jerusalém. 

Uma coisa que ao passar dos tempos não poderia dar certo, e assim na sua própria terra começou a se formar-se frente conservadora, que espalhou que se espalhou contra ela as mesmas coisas que ouvira dos Israelitas da Samaria contra Jezabel. Esta nova situação, era porém, que não apenas acusavam Atalia pela sua veneração pelos "Baais" como também mais que isto, achavam que tinha influenciado seu filho, a construir as famosas naus de Társis,  em Eziom-Geber, o que significava cooperar com os fenícios. 

A nobreza constituídas e os camponeses não queriam nem ouvir falar desta cooperação econômica porque só trazia lucros para os comerciantes, excluindo-os desta benesse. Com o assassinato de Atália, chegou ao fim de uma politica sábia de relações comerciais entre grandes potencias iniciada por Davi, que sua continuação com seu filho Salomão, e que Omri tentava reavivar, Omri foi aquele que tanto se flagelava pelo ouro de Ofir. 

Houve uma vitoria da Javé (Deus) sobre os deuses estrangeiros ou forasteiros, que foram consolidado por expurgo geral e uma reforma do culto. A casa de Baal foi invadida pelo povo, derrubaram e quebraram seus altares e suas imagens, e a Matã o sacerdote da Baal, mataram diante dos altares, (II Cronica 23:17) e depois destruíram as "pedras de sacrifícios) onde encontrava os tofetes "derrubaram os altos e altares que eram de culto de Baal por toda Judá e Benjamim, como também em Efraim e Manassés, ate que tudo destruíram" (II Cronica 31:1), feito isso e reorganizaram as turmas de sacerdotes.

Foi apenas um dos resultados das guerras religiosas que se desenvolveram em Israel e em Judá, houve outra ruptura completa e irremediável de suas relações com os fenícios, ficando ao lado de Javé e de sua religião, os judeus sacrificaram todas as chances que se abriram através dos negócios internacionais que possibilitavam as relações com Tiro e Sidom, incluindo os tesouros de Ofir e os lucros provenientes das naus de Társis. Nos primeiros quarenta anos depois do assassínio de Atalia (período ocorrido no ano 831 a.C) Israel e Judá  passaram  a conviver de uma maneira relativamente pacifica.

A partir de então,  porém, começou-se a perceber que os revolucionários tinham destruídos também sem saber, uma tríplice aliança de Estados, que Omri planejara com toda sua habilidade, ficando sozinha cada uma dessas nações estava exposta aos ataques de exércitos que eram maiores e mais poderosos do dos assirios e babilônicos. E de fato, seus comandantes subjugaram tanto a Fenícia como também Israel e Judá, destruindo, alem disso, Jerusalém, depois disso, excetuados para uns poucos anos de entremeio, desapareceria para sempre a nação independente dos Judeus. 

(Jgfd/slbjlag/bggu/crv/fdnrcrp168/9)