segunda-feira, 30 de maio de 2016

Referência: Jo 3:12 ""Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?" (Jo 3:1-12) Irmãos vamos acabar com este cisma, faça como a criança que o pai diz pula e ele desconhece o abismos porque confia em seu Salvador Jesus. "

quinta-feira, 31 de março de 2016

2 Cronica 31:1

Guerra Religiosa Judá e Israel


Guerra religiosa-Lembram da malvada Jezabel?

Bíblia-"E acabando tudo isto, todos os israelitas que ali se achavam saíram às cidades  tomaram de Judá e quebraram as estatuas, cortaram os bosques, e derrubaram os altos  e altares por toda Judá e Benjamim, como também em Efraim e Manassés, ate´que tudo destruíram; então tomaram  todos os filhos de Israel, cada um para sua possessão, para as cidades deles". (2 Cr 31:1).

Nem mesmo assim desaparecera inteiramente a família de Jezabel. Em Judá continuara regendo a sua filha Atalia, "Ouvindo, pois, Atália a voz do povo que concorria e louvava o rei, veio ao povo, à casa do Senhor" (2 Cr.23:12) que era, de fato, uma fera, depois da morte de seu marido fora o filho que sucedera no trono e que também se chamava Ocasias, ela mandou que fossem exterminados todos  os descendente da casa de Davi, apos isto nomeou-se Rainha de Jerusalém. 

Uma coisa que ao passar dos tempos não poderia dar certo, e assim na sua própria terra começou a se formar-se frente conservadora, que espalhou que se espalhou contra ela as mesmas coisas que ouvira dos Israelitas da Samaria contra Jezabel. Esta nova situação, era porém, que não apenas acusavam Atalia pela sua veneração pelos "Baais" como também mais que isto, achavam que tinha influenciado seu filho, a construir as famosas naus de Társis,  em Eziom-Geber, o que significava cooperar com os fenícios. 

A nobreza constituídas e os camponeses não queriam nem ouvir falar desta cooperação econômica porque só trazia lucros para os comerciantes, excluindo-os desta benesse. Com o assassinato de Atália, chegou ao fim de uma politica sábia de relações comerciais entre grandes potencias iniciada por Davi, que sua continuação com seu filho Salomão, e que Omri tentava reavivar, Omri foi aquele que tanto se flagelava pelo ouro de Ofir. 

Houve uma vitoria da Javé (Deus) sobre os deuses estrangeiros ou forasteiros, que foram consolidado por expurgo geral e uma reforma do culto. A casa de Baal foi invadida pelo povo, derrubaram e quebraram seus altares e suas imagens, e a Matã o sacerdote da Baal, mataram diante dos altares, (II Cronica 23:17) e depois destruíram as "pedras de sacrifícios) onde encontrava os tofetes "derrubaram os altos e altares que eram de culto de Baal por toda Judá e Benjamim, como também em Efraim e Manassés, ate que tudo destruíram" (II Cronica 31:1), feito isso e reorganizaram as turmas de sacerdotes.

Foi apenas um dos resultados das guerras religiosas que se desenvolveram em Israel e em Judá, houve outra ruptura completa e irremediável de suas relações com os fenícios, ficando ao lado de Javé e de sua religião, os judeus sacrificaram todas as chances que se abriram através dos negócios internacionais que possibilitavam as relações com Tiro e Sidom, incluindo os tesouros de Ofir e os lucros provenientes das naus de Társis. Nos primeiros quarenta anos depois do assassínio de Atalia (período ocorrido no ano 831 a.C) Israel e Judá  passaram  a conviver de uma maneira relativamente pacifica.

A partir de então,  porém, começou-se a perceber que os revolucionários tinham destruídos também sem saber, uma tríplice aliança de Estados, que Omri planejara com toda sua habilidade, ficando sozinha cada uma dessas nações estava exposta aos ataques de exércitos que eram maiores e mais poderosos do dos assirios e babilônicos. E de fato, seus comandantes subjugaram tanto a Fenícia como também Israel e Judá, destruindo, alem disso, Jerusalém, depois disso, excetuados para uns poucos anos de entremeio, desapareceria para sempre a nação independente dos Judeus. 

(Jgfd/slbjlag/bggu/crv/fdnrcrp168/9)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Reis e Profetas

O livro dos Profetas, reúne, em inúmeros capítulos, (Os Nebi’Im hebreus, Nabi no singular) os fatos relativos aos acontecimentos que tiveram lugar depois que as tribos, invocando a ajuda do deus Yahwé estabelecendo-se na terra de Canaã; as lutas contra os povos já instalados na região desde o tempo do Neolítico e que se opunham à ideia de um deus único, Yahwé, aos cultos cananeus e dos outros povos.

Vejamos que estes livros nos informam extensamente sobre as lutas que as tribo de Yahwé, os semitas tiveram de sustentar contra os Egípcios, Fenícios, os Assírios e os Babilônios, que foram guiados por algumas personalidades que orientaram o pensamento político e religioso do povo Israelitas: Os Profetas. Parece que os livros em questão que até hoje nos orientam pelo caminho sagrado foram reunidos em coletânea no século III antes de Cristo, pelos textos provavelmente dos discípulos dos principais profetas da época.

Como são agrupados e chamados de profetas antigos dos (séculos X e IX), os grandes profetas foram marcados até cerca do ano 500, profetas no exílio (Babilônia) e profetas pós exílio. Para o povo Judeu vieram incluírem nos livros dos profetas vários livros históricos, em especial os de Josué, dos Juízes, de Samuel, e dos Reis, estes livros relatam a conquista da terra de Canaã, este em especial o de Josué, que relata as lutas, instalações das tribos, nesta terra prometida que era um sonha de Moises, (Livro de Juízes), e finaliza com a formação de um poder unificado sobre todas as tribos,  nos livros de Samuel e Reis).

Os profetas foram classificados pelos os escrituristas do qual os Judeus não concordassem, em Profetas que anunciassem o evangelho, criaram em duas categorias; grandes e menores, segundo sua importância, o papel dos livros são de grande importância  á nós conhecermos seus conteúdos e propósitos, mostram qual seria as  ordenanças do Senhor sobre estes homens santos, eles nos informaram sobre os acontecimentos que aconteceram no ponto de vista histórico, como também do ponto de vista religioso que se desenrolaram na Palestina entre a conquista e o exílio, e consagraram no tocante ao desenvolvimento do monoteísmo num conjunto de cultos que eram realizados e regras de transformação numa religião estabelecida.

Outros grandes livros da Bíblia são de importância menor, como objetivos nosso, porque são de pensamentos religiosos mais que histórico, como remontam o AT, o ponto moral é que e uma historia fascinante onde todos que vem para o cristianismo moderno se apaixonam e as vezes aparecem em nosso cotidiano. Mas contém importantes informações sobre a vida de uma civilização dos povos em Canaã.

Porque estes livros, contam as épocas que nos referimos, sobre tudo os poemas, Salmos, Provérbios, Livro de Jó, outros como os na época que referimos como os “rolos” tais como: Livro de Daniel, Cânticos dos Cânticos, Livro de Rute, O livro de Eclesiastes, Ester, Esdras, Neemias, e as Crônicas.

Um livro muito importante é o de Esdras na parte que relata o retorno do cativeiro na Babilônia e a reconstrução do templo em Jerusalém, o livro de Cronicas completam o livro de Reis. Os livros apócrifos, (Deuterocanônicos), são texto que não se encontram no texto Hebreus, que foram traduzidos pelos ‘Setentas’ gregos de Alexandria (séculos III e II) antes de Cristo.
 A histórias dos Judeus estão toda escritas no Livro de Macabeus, que conta a luta do povo Judeu contra a denominação do povo grego, quer dizer os livros apócrifos são mais religiosos que históricos.

Como também trazem até o nosso conhecimento os livros do grande abençoado por Deus o Patriarca Moises, autor da Torá com os livros chamados de pentateuco: Genesis, Êxodo, Levítico, dos Números e Deuteronômio. Pentateuco é uma palavra grega que quer dizer "5 livros" eles os chamavam assim para dizer tudo de uma só vez "Pentateuco: pente é livros e teuchos é livro, em origem grega assim traduzido, termo clássico".  

Como a maioria dos livros que compõe a Bíblia foram escritos em língua dos hebreus, com exceção os que surgiram após o século V, que vieram ser redigidos em aramaico, e só depois em língua grega, todos estes livros se espalharam pelo mundo afora, sua difusão pelos judeus da Diáspora, juntamente com o cristianismo, só atingiu os israelitas, mas foram traduzidas em todas as línguas graças aos esforços dos missionários. Não é preciso dizer que muito poucas vezes os livros foram bem compreendidos e que a maioria das pessoas que a ele recorrem não eram muito de interpretação literal das Escrituras.

A Bíblia precisa ser interpretada com muita precaução, afim de que se reconstitua graças pelo analisar os textos, graças de uma análise de coração e exclusividade para nosso Deus de Israel, e respeitar as novas descobertas da arqueologia que tem provado a cada dia uma prova cabal que tudo é capaz aquele que crê e busca no conhecimento dos povos da Bíblia.

Como ela foi traduzida pela primeira vez por uma Assembleia de linguísticas, gregos e judeus (os textos em hebreu) mas é atribuídos aos números 70 ou 72, assim ela é chamada, fato ocorrido em Alexandria, no Egito, nos séculos III e II a.C, esta é a obra de todas as traduções e relativamente exata, alguma coisa modificadas em decorrência dos filólogos que efetuaram atualizações nos últimos séculos para melhorar a nossa compreensão literal.

Fonte: Pesquisa com embasamento no livro do autor Louis Fréderíc